Situada em ponto estratégico da Beira Alta, Vila Franca das Naves é uma terra hospitaleira, com indústria, comércio, serviços, restauração, escolas e actividades agrícolas... Elevada a Vila em 9 de Dezembro de 2004, com cerca de 1400 habitantes, é um ponto de visita obrigatório na região. Venha conhecer a nossa terra!
domingo, julho 20, 2008
Homenagem ao Miguel da Associação de Dadores de Sangue de Vila Franca - fotos
Lua
Apollo XI - 39 anos depois
Quando o presidente dos Estados Unidos, John F. Kennedy, em 1961, apontou como meta a Lua (levar um homem à Lua e trazê-lo de volta são e salvo, antes do decénio acabar) ninguém pensou que seria possível. Mas, como disse o Poeta, pelo sonho é que vamos... Bravos homens da Apollo XI, nunca vos esqueceremos! “Houston, Tranquility Base here. The Eagle has landed” e "That's one small step for [a] man, one giant leap for mankind" são frases inesquecíveis...
Lembremos a data com Poesia:
Niels Armstrong pôs os pés na Lua
e a Humanidade saudou nele
o Homem Novo.
No calendário da História sublinhou-se
com espesso traço o memorável feito.
Tudo nele era novo.
Vestia quinze fatos sobrepostos.
Primeiro, sobre a pele, cobrindo-o de alto a baixo,
um colante poroso de rede tricotada
para ventilação e temperatura próprias.
Logo após, outros fatos, e outros e mais outros,
catorze, no total,
de película de nylon
e borracha sintética.
Envolvendo o conjunto, do tronco até aos pés,
na cabeça e nos braços,
confusíssima trama de canais
para circulação dos fluidos necessários,
da água e do oxigénio.
A cobrir tudo, enfim, como um balão ao vento,
um envólucro soprado de tela de alumínio.
Capacete de rosca, de especial fibra de vidro,
auscultadores e microfones,
e, nas mãos penduradas, tentáculos programados,
luvas com luz nos dedos.
Numa cama de rede, pendurada
das paredes do módulo,
na majestade augusta do silêncio,
dormia o Homem Novo a caminho da Lua.
Cá de longe, na Terra, num borborinho ansioso,
bocas de espanto e olhos de humidade,
todos se interpelavam e falava,
do Homem Novo,
do Homem Novo,
do Homem Novo.
Sobre a Lua, Armstrong pôs finalmente os pés.
caminhava hesitante e cauteloso,
pé aqui,
pé ali,
as pernas afastadas,
os braços insuflados como balões pneumáticos,
o tronco debruçado sobre o solo.
Lá vai ele.
Lá vai o Homem Novo
medindo e calculando cada passo,
puxando pelo corpo como bloco emperrado.
Mais um passo.
Mais outro.
Num sobre-humano esforço
levanta a mão sapuda e qualquer coisa nela.
com redobrado alento avança mais um passo,
e a Humanidade inteira, com o coração pequeno e ressequido
viu, com os olhos que a terra há-de comer,
o Homem Novo espetar, no chão poeirento da Lua, a bandeira da sua Pátria,
exactamente como faria o Homem Velho.
in Novos Poemas Póstumos - António Gedeão (1990)
Pelo sonho é que vamos,
comovidos e mudos.
Chegamos? Não chegamos?
Haja ou não haja frutos,
pelo sonho é que vamos.
Basta a fé no que temos,
basta a esperança naquilo
que talvez não teremos.
Basta que a alma demos,
com a mesma alegria
ao que desconhecemos
e ao que é do dia-a-dia.
Chegamos? Não chegamos?
─ Partimos. Vamos. Somos.
in Pelo sonho é que vamos - Sebastião da Gama
NOTA: adaptado de post do Blog AstroLeiria
quarta-feira, julho 09, 2008
Ciência Viva no Verão 2008

Edição de 2008 - 15 de Julho a 15 de Setembro
Na praia, no campo, na cidade, de dia ou de noite, faça férias com a Ciência.
Observações astronómicas, passeios científicos, visitas a faróis e a grandes obras de engenharia são algumas das actividades propostas por universidades, centros de investigação, museus, empresas, escolas e associações científicas em todo o país.
sexta-feira, julho 04, 2008
Homenagem ao Miguel da Associação de Dadores de Sangue de Vila Franca
terça-feira, junho 10, 2008
Torga e Camões
Nem tenho versos, cedro desmedido
Da pequena floresta portuguesa!
Nem tenho versos, de tão comovido
Que fico a olhar de longe tal grandeza.
Quem te pode cantar, depois do Canto
Que deste à pátria, que to não merece?
O sol da inspiração que acendo e que levanto
Chega aos teus pés e como que arrefece.
Chamar-te génio é justo, mas é pouco.
Chamar-te herói, é dar-te um só poder.
Poeta dum império que era louco,
Foste louco a cantar e louco a combater.
Sirva, pois, de poema este respeito
Que te devo e professo,
Única nau de sonho insatisfeito
Que não teve regresso!
Miguel Torga in Poemas Ibéricos, 1965
Música alusiva à data...
Já chegou o dez de Junho, o dia da minha raçaTocam cornetas na rua, brilham medalhas na praça
Rolam já as merendas, na toalha da parada
Para depois das comendas, e Ordens de Torre e Espada
Na tribuna do galarim, entre veludo e cetim
Toca a banda da marinha, e o povo canta a valsinha
REFRÃO
Encosta o teu peito ao meu, sente a comoção e chora
Ergue o olhar para o céu, que a gente não se vai embora
Quem és tu donde vens, conta-nos lá os teus feitos
Que eu nunca vi pátria assim, pequena e com tantos peitos
Já chegou o dez de Junho, há cerimónia na praça
Há colchas nos varandins, é a Guarda d'Honra que passa
Desfilam entre grinaldas, velhos heróis d'alfinete
Trazem debaixo das fraldas, mais Índias de gabinete
Na tribuna do galarim, entre veludo e cetim
Toca a banda da marinha, e o povo canta a valsinha
Zeca Afonso canta Fernando Pessoa
Vinha tudo à gargalhada.
Uns por verem rir os outros
E outros sem ser por nada
No comboio descendente
De Queluz à Cruz Quebrada...
No comboio descendente
Vinham todos à janela
Uns calados para os outros
E outros a dar-lhes trela
No comboio descendente
De Cruz Quebrada a Palmela...
No comboio descendente
Mas que grande reinação!
Uns dormindo, outros com sono,
E outros nem sim nem não
No comboio descendente
De Palmela a Portimão
Fernando Pessoa
segunda-feira, junho 09, 2008
A Galiza canta Camões em homenagem a Zeca Afonso
Verdes são os campos,
De cor de limão:
Assim são os olhos
Do meu coração.
Campo, que te estendes
Com verdura bela;
Ovelhas, que nela
Vosso pasto tendes,
De ervas vos mantendes
Que traz o Verão,
E eu das lembranças
Do meu coração.
Gados que pasceis
Com contentamento,
Vosso mantimento
Não no entendereis;
Isso que comeis
Não são ervas, não:
São graças dos olhos
Do meu coração.
José Mário Branco canta soneto de Camões
Muda-se o ser, muda-se a confiança;
Todo o mundo é composto de mudança,
Tomando sempre novas qualidades.
Continuamente vemos novidades,
Diferentes em tudo da esperança;
Do mal ficam as mágoas na lembrança,
E do bem, se algum houve, as saudades.
O tempo cobre o chão de verde manto,
Que já foi coberto de neve fria,
E em mim converte em choro o doce canto.
E, afora este mudar-se cada dia,
Outra mudança faz de mor espanto:
Que não se muda já como soía.
Dia de Camões e de Portugal
Irás ao paço. Irás pedir que a tença
Seja paga na data combinada.
Este país te mata lentamente
País que tu chamaste e não responde
País que tu nomeias e não nasce.
Em tua perdição se conjuraram
Calúnias desamor inveja ardente
E sempre os inimigos sobejaram
A quem ousou ser mais que a outra gente.
E aqueles que invocaste não te viram
Porque estavam curvados e dobrados
Pela paciência cuja mão de cinza
Tinha apagado os olhos no seu rosto.
Irás ao paço irás pacientemente
Pois não te pedem canto mas paciência.
Este país te mata lentamente.
Sophia de Mello Breyner Andresen, Grades (1970)
domingo, junho 01, 2008
Dia Mundial da Criança
Miniatura
Pois eu gosto de crianças!
Já fui criança também…
Não me lembro de o ter sido;
Mas só ver reproduzido
O que fui, sabe-me bem.
É como se de repente
A minha imagem mudasse
No cristal duma nascente,
E tudo o que sou voltasse
À pureza da semente.
Miguel Torga in Diário VIII (Coimbra, 11 de Abril de 1957)
sábado, maio 10, 2008
Mapas no Live Search Maps da Microsoft
http://maps.live.com/
A título de exemplo, eis Vila franca das Naves em vista aérea:
quarta-feira, maio 07, 2008
Actividade da Associação dos Dadores de Sangue
No passado dia 4 de Maio, realizaram-se as recolhas de sangue organizadas pela Associação de Dadores de Sangue de Vila Franca das Naves.
segunda-feira, abril 21, 2008
Associação de Dadores de Sangue - Foto
Nova Associação (de Dadores de Sangue) em Vila Franca das Naves
ASSOCIAÇÃO DE DADORES DE SANGUE DE VILA FRANCA DAS NAVES
Desde longa data que a nossa comunidade foi participando nas recolhas de sangue, organizadas então pela Associação de Dadores de Sangue da Guarda.
Pelo elevado número de dadores que foram aderindo a esta iniciativa, formou-se uma comissão instaladora dos “Dadores de Sangue de Vila Franca das Naves” formada por sete elementos: o Sr. Nelson Costa, Clemente Delgado, Jorge Tavares, Jorge Lucas, José Ambrósio, Dr. Fernando Delgado e o Dr. João Rodrigues.
Em 18 de Outubro de 2007 esta comissão fundou a ASSOCIAÇÃO DE DADORES DE SANGUE DE VILA FRANCA DAS NAVES.
Esta Associação tem nos seus órgãos sociais as seguintes pessoas:
Assembleia Geral
Presidente: Dr. João Rodrigues;
Vice-Presidente: Dr. João Guerra;
Secretário: Sr. José Ambrósio;
Vogal: Dr. António Rente; Vogal: Sr. Rui Almeida.
Direcção
Presidente: Sr. Nélson Costa;
Vice-Presidente: Dr. Fernando Delgado;
Secretário: Sr. Jorge Tavares;
Tesoureiro: Sr. Jorge Lucas;
Vogal: Dr.ª Maria João Lourenço;
Vogal: Sr. Clemente Delgado;
Vogal: Sr. Jacinto Madeira.
Conselho Fiscal
Presidente: Dr. Alípio Monteiro;
Vice-Presidente: Dr. António Martins;
Secretário: Dr. Hermínio Albino;
Vogal: Sr. Carlos Santos;
Vogal: Sr.ª Sofia Delgado.
Próximas recolhas de Sangue organizadas pela Associação de Dadores de Sangue de Vila Franca das Naves:
- Dia 4 de Maio de 2008 - Vila Franca das Naves / Trancoso – Escola EB 2,3 de Vila Franca das Naves
- Dia 4 de Maio de 2008 - Pinhel – Quartel de Bombeiros
E-mail da Associação: dadoresdesangue.vfn@gmail.com
DAR SANGUE É DAR VIDA !!!
domingo, março 23, 2008
Curiosidade sobre a Páscoa de 2008
in Blog De Rerum Natura - ler post.
sexta-feira, fevereiro 29, 2008
A origem dos anos bissextos

Como Phil Plait explica, há algumas nuances na definição de ano e no cálculo do tempo que a Terra demora a orbitar o Sol. Na Antiguidade, os astrónomos calcularam que a Terra dava a volta ao Sol em 365.25 dias (365 dias mais 6 horas) mas a adição de um dia extra de 4 em 4 anos tentada em Alexandria por Ptolomeu III em 238 a.C. não teve sucesso. Anos de 365 dias transformavam o calendário numa dor de cabeça, agravada no tempo de Júlio César pelo corrupto pontifex maximus, o sacerdote encarregue do calendário para quem a duração do ano reflectia as compensações monetárias dos que queriam manter um determinado cargo mais tempo ou pretendiam abreviar o mandato de um inimigo.
César, com o auxílio do astrónomo grego Sosígenes, reformou o calendário no ano que corresponde ao actual 45 a.C., na altura ano 709 AUC - ab urbe conditia, desde a fundação da Cidade (de Roma). Este calendário, que instituia entre outras coisas um ano bissexto de quatro em quatro anos, passou a ser conhecido por calendário juliano, adoptado pela generalidade da Cristandade em 325 d.C. e ainda usado pela Igreja Ortodoxa.
O problema não terminou aqui já que um ano não é exactamente 365 dias e 6 horas mas sim 365 dias, 5 horas, 48 minutos e 46 segundos. Embora a diferença possa parecer insignificante, no ano 1582, data em que o Papa Gregório XIII fez outra reforma no calendário, a diferença entre o ano astronómico e o ano sazonal já era suficiente para o pontífice ordenar o «buraco» de dez dias necessário para a corrigir. Assim, ao dia 4 de Outubro desse ano sucedeu o dia 15 de Outubro. Para evitar correcções análogas no futuro, o novo calendário gregoriano, que usamos até hoje, prevê serem bissextos os anos que sejam divisíveis por 400 e os divisíveis por 4 mas não por 100.
O mês que toma o nome do festival de purificação e limpeza denominado Februa (de Februarius que significa purificar) - ou do deus etrusco Februs mais tarde identificado com o deus romano Plutão - foi tornado ainda mais curto pelas manias de grandeza do imperador Augusto que não admitiu que o mês oitavo que tomou o seu nome fosse «inferior» ao mês sétimo que honra o seu tio-avô Júlio César.
Ao dia 29 de Fevereiro estão associadas inúmeras superstições e tradições, algumas delas bastante curiosas, o que não é de espantar dada a forma como o dia extra de Fevereiro foi introduzido. Ao adicionar o dia suplementar, Júlio César escolheu o mês de Fevereiro, o então último mês do ano considerado mês nefasto entre os romanos. Para dar a volta aos seus concidadãos mais supersticiosos, para além de decretar que o primeiro mês do ano passava a ser Janeiro e não Março, em vez de aumentar de 1 dia de quatro em quatro anos a duração do mês, César congeminou um sistema complicado: duplicou o vigésimo quarto dia de Fevereiro, que recebia na época o nome de «dia sexto antes das calendas de Março». Deste modo, o dia suplementar era o bis sextum ante diem calendas martii, que deu origem à actual designação de dia bissexto, designação que se estendeu ao ano.
domingo, fevereiro 24, 2008
Notícia sobre posto da GNR na nossa terra
Postos da GNR não vão fechar
O distrito da Guarda não irá perder, «para já», nenhum posto da GNR. «Confirmo que não há encerramento de nenhum posto da GNR no distrito», garante a Governadora Civil, Maria do Carmo Borges.
Segundo o "Jornal de Notícias", o Governo já não vai fechar postos e esquadras da GNR ou da PSP, contrariando a ideia que chegou a ser veiculada, em finais de 2005, quando António Costa era ministro da Administração Interna. Entretanto, em Janeiro de 2007, um estudo realizado pela consultora Accenture apontava a extinção dos postos da GNR com menos de 12 efectivos e as esquadras da PSP com menos de 20. Da lista divulgada na altura, apenas "sobreviveu" o posto de Loriga, no município de Seia. O mapa territorial da reforma do quadro orgânico da GNR entregue, em Novembro, ao Ministério da Administração Interna pelo Comandante-Geral, Mourato Nunes, previa o encerramento de 108 postos da guarda em todo o país e 10 na região. Assim, na região constavam da "lista negra" do Governo as infraestruturas policiais de Pínzio e Freixedas (Pinhel), Vila Franca das Naves (Trancoso), Soito (Sabugal), Freixo de Numão (Vila Nova de Foz Côa), Paranhos da Beira (Seia), Vila Nova de Tazem (Gouveia), Miuzela do Côa (Almeida), Unhais da Serra (Covilhã) e Caria (Belmonte).
A reforma previa ainda o encerramento de quatro comandos de Destacamentos Territoriais, como os de Gouveia e Vilar Formoso. Contudo, após a análise do documento e da intervenção da governadora civil, «chegou-se à conclusão que estes postos eram necessários» à região. Porém, Maria do Carmo Borges salienta que, para que os postos se mantenham a funcionar, será necessário «aumentar os efectivos». Isto porque nalguns casos, segundo a Governadora, não existe o número suficiente de elementos, escusando-se a revelar os postos em causa. A Governadora Civil salienta ainda que «mais para a frente, talvez haja algum acerto» em relação às infraestruturas policiais, não adiantando mais pormenores.
O Entrudo anda à solta
No ano passado, o "Enterro do Entrudo" encheu as ruas da Guarda apesar do mau tempo
A poucos dias do Carnaval, o Entrudo já anda à solta e é esperada muita folia –para combater o tédio e a rotina – nos dias que antecedem a Terça-Feira Gorda. Desde corsos carnavalescos, a feiras em que o queijo é o ponto forte da festa ou bailes de máscaras tradicionais, as opções são várias na região para dar asas às extravagâncias próprias da época.
Na Guarda, o galo vai voltar a ser o "bode expiatório" de todos os fracassos do ano que findou. Por essas e por outras, será queimado na noite de segunda-feira, na Praça Velha.
O "Julgamento e Morte do Galo do Entrudo" é um cortejo/espectáculo coordenado por Américo Rodrigues, também autor do guião, e começará no Jardim José de Lemos, seguindo até à Praça Velha. Além das colectividades do município, os protagonistas desta farsa carnavalesca são D. Sancho I (Rui Nuno, CENDREV), Augusto Gil (Vasco Queiroz), Alberto Dinis da Fonseca (José Neves, Teatro Nacional D. Maria II), a Ribeirinha (Adelaide Pinto), Joaquim Chamisso (Albino Bárbara), a Libaninha (Cristina Fernandes) e o Velho da Rectaguarda. Participam também os tradicionais e seculares "homens-musgo", da cidade espanhola de Bejar, geminada com a Guarda.
Do país vizinho vem ainda o grupo L’Avalot (Barcelona), galardoado recentemente com o prémio do público para o "melhor espectáculo de rua" na última Feria de Teatro de Castela e Leão. Na segunda-feira os guardenses vão poder assistir a uma adaptação deste trabalho. A Banda Filarmónica 1º de Janeiro de Carragosela (Seia) e os Gigabombos do Imaginário são outros convidados deste Carnaval genuíno e diferente. Os textos foram escritos por António Godinho e Rui Isidro, já o galo será concebido por Pedro Figueiredo e Albano Martins. Kubik (Victor Afonso) produziu a música original e a selecção musical do espectáculo. A iniciativa é uma produção do Teatro Municipal da Guarda/Culturguarda, numa parceria entre a Câmara e a Agência para a Promoção da Guarda.
Roteiro de Carnaval
Famalicão
Famalicão da Serra recebe este ano, também na noite de segunda-feira, o Enterro do Entrudo, uma produção do projecto "Todos à Roda", formado pelo Aquilo Teatro, Centro Cultural de Famalicão e Raiz de Trinta - Associação Juvenil. Além da cómica ritualização da exuberância humana, o evento conta com a novidade da realização de uma comezaina de Entrudo, num desafio para quem quiser jantar com os foliões, antes do cortejo, transformando-se depois em actores. Os interessados só têm que se apresentar com espírito e indumentária à época, reservando o seu lugar até amanhã, através dos contactos ccf@ccfamalicao.com, aquilo.teatro@sapo.pt, raizdetrinta@sapo.pt ou pelos telefones 961710068, 271.222499 e 966482853. A comezaina continua no final do cortejo.
Vila Franca das Naves
O cortejo de Vila Franca das Naves é já uma referência do corso regional organizado. Carros e carretas desfilam, todos os anos, num ambiente de ilustração jocosa e satírica, em que a crítica social e brejeira assumem os papéis de verdadeiros reis da festa. O Enterro do Entrudo e um baile onde irão rodopiar as figuras trajadas ao gosto de cada um são outros dos ingredientes indispensáveis à folia de Carnaval. No domingo, o corso sairá do Bairro das Flores pelas 14h30. Para as 15 horas está agendada a Burricada e uma hora depois acontece a Corrida do "Comboio". Segue-se o Enterro do Entrudo, no Largo do Mercado, às 17 horas. Pela noite dentro, há baile e prémios para os melhores mascarados.
Trancoso
Um desfile onde o burlesco, as carantonhas, as máscaras e as alusões à caricatura social é o ingrediente maior do Carnaval na cidade de Bandarra. O desfile, da responsabilidade da Trancoso Eventos, começa às 10 da manhã nas Piscinas Municipais.
Gouveia
Em Gouveia, o Carnaval anda de "mãos dadas" com o queijo da serra. No domingo à tarde há desfile subordinado ao tema "Carnaval do Queijo" e, na segunda-feira, um baile com concurso de máscaras, no pavilhão municipal, a partir das 23 horas. "Patrocinam" o evento os actores Vanessa Martins e Ângelo Rodrigues, da série "Morangos com Açúcar". O Entrudo será queimado às 18 horas de terça-feira.
Manteigas
No âmbito da tradicional Mostra de Actividades e Feira de Artesanato, Jorge Palma e os Anjos actuam na vila serrana na noite de segunda-feira. Durante a tarde, acontece o habitual desfile carnavalesco pelas ruas da vila.
Fundão
Cabe aos Caminheiros da Gardunha a organização do Corso Carnavalesco. Na terça-feira, o desfile sai do Pavilhão Multiusos pelas 15 horas e passa pela Rua dos 3 Lagares, Largo da S. da Conceição, Chafariz das 8 Bicas, Rua da Cale, Praça Velha, Rua José Germano da Cunha, Rua de S. António, Avenida da Liberdade.
Penamacor
Segunda-feira há baile de máscaras na Casa do Povo de Penamacor, organizado pelo grupo "Malta do Ano".
Ciudad Rodrigo (Espanha)
Atravessar a fronteira é sempre uma hipótese em tempo de Carnaval. Destino "certo" para muitos portugueses, no famoso "Carnaval del Toro", em Ciudad Rodrigo, há de tudo: capeias tradicionais e nocturnas, provas de aguardente e outros "petiscos", concertos, bailes de máscaras, festivais tauromáquicos e encerros. O Carnaval é celebrado com um programa que contempla duas semanas de festa.
Artigo publicado na edição 423 - 31 de Janeiro de 2008 do jornal O Interior
Investimento em Vila Franca das Naves
Parque ambiental em Vila Franca das Naves
A Câmara de Trancoso e o Grupo Lena assinaram, na segunda-feira, um contrato de parceria para a instalação de um parque ambiental em Vila Franca das Naves.
Destinado à recolha e tratamento de resíduos hospitalares e industriais, será o primeiro espaço do género no distrito da Guarda e vai ocupar uma área de 16 hectares. Na prática, a infraestrutura servirá para recolher e tratar os resíduos do concelho que, habitualmente, não são tratados pelos sistemas multimunicipais. É o caso dos detritos pré-hospitalares, hospitalares, industriais, pneus, automóveis em fim de vida, óleos usados, plásticos, madeiras e inertes. De resto, a unidade vai estar articulada com outras plataformas ambientais do grupo, para onde serão transferidos os resíduos que não possam ser tratados em Vila Franca das Naves. Júlio Sarmento, presidente da Câmara de Trancoso, acredita que este parque ambiental representa «uma mais-valia para o concelho e a região», uma vez que vai actuar «na zona envolvente e poderá servir de "interface" com Espanha», ressalvou. O investimento é de dois milhões de euros e prevê uma fábrica de peletes para aquecimento, criando cerca de 50 postos de trabalho em 2009. Segundo os promotores, esta unidade terá capacidade para tratar até 10 mil toneladas de resíduos por ano.
Artigo publicado na edição 425 - 14 de Fevereiro de 2008 do jornal O Interior
Carnaval 2008 - Fotos (V)
Carnaval 2008 - Fotos (IV)
Carnaval 2008 - Fotos (III)
Carnaval 2008 - Fotos (II)
Carnaval 2008 - Fotos
O Carnaval de 2008 em Vila Franca das Naves
Os nossos parabéns aos organizadores, aos participantes e aos visitantes, que contribuiram para um Carnaval memorável...
NOTA: Para verem as fotos com maior qualidade basta clicarem nestas, que assim aparecem com maior tamanho.
quarta-feira, fevereiro 20, 2008
Poesia

Noite
Silenciosa, a noite, impôs os seus ditames:
pintou o horizonte a pastel, primeiro a fogo
depois a azul, púrpura e negro.
Mandou calar as cotovias e melros
e semeou de estrelas o Céu.
Assustou as crianças e arrefeceu as casas com a sua sombra.
E depois, dona de meio Mundo, adormeceu em paz.
Post de Pedro Luna in Blog Geopedrados
segunda-feira, fevereiro 18, 2008
Eclipse visível na nossa terra - 21.02.2008

O ECLIPSE EM TEMPOS
Início da fase penumbral: 00:36 horas
Início da fase parcial: 01:43 horas
Início do eclipse total: 03:01 horas
Máximo do eclipse: 03:26 horas
Fim do eclipse total: 03:50 horas
Fim da fase parcial: 05:08 horas
Fim da fase Penumbral: 06:15 horas
NOTA: Mais informação sobre eclipses AQUI.





